Esta coleção foi pensada para quem busca narrativas que nos unam e conectem, em tempos onde tudo parece desenhado para nos separar.
Comece a se inspirar descobrindo esta série de conteúdos:
Explore como a narrativa da interconexão pode ser uma resposta poderosa frente ao autoritarismo.
Aprenda a narrar a partir de um “nós” maior e não da fragmentação.
Mas o que isso significa?
Diante das narrativas dominantes que glorificam o individualismo, fragmentam os vínculos e normalizam o medo, queremos posicionando outra história: um que nos lembra que somos sustentados por uma rede de relacionamentos, cuidados e conhecimento compartilhado.
Essa narrativa não é apenas contada, ela é praticada. Ele nos convida a nos reconhecermos como parte de um “nós” mais amplo que é construído ao tecermos conexões entre movimentos, conhecimentos, territórios e novos públicos.
Temos o compromisso de fazer o interconexão uma chave mestra que abre portas para criar comunidades, conectar nossas causas, ativar nossa imaginação coletiva e dar sentido ao futuro que buscamos construir.
“Frente ao autoritarismo, a verdadeira emancipação surge de reconhecer que somos nodos em uma rede de vida. Como escreveu a teóloga feminista Ivone Gebara: 'Nada se salva sozinho; tudo se salva em comunidade'.
Construir interconexões radicais —nas ruas, nos corpos, na terra— é o antídoto.”
Escrita e declamada por nossa Diretora de programas Camila Rodas e produzida por Ricardo Osorno.
Este é um exemplo de como a interconexão nos serve para criar uma nova narrativa sobre a democracia.
Você pode usar esta preciosidade como inspiração em espaços de encontro, abertura de oficinas, momentos de reflexão ou encerramento de jornadas.
A narrativa do individualismo enfraqueceu nossos vínculos, corroeu o tecido comunitário que torna a democracia possível e abre caminho para o autoritarismo.
Diante deste cenário, na Puentes apostamos na narrativa da interconexão: uma história que reconhece que ninguém prospera na solidão, que o bem-estar é relacional e que apenas em comunidade podemos enfrentar os desafios atuais. Esta narrativa não apenas se conta: se pratica. É um convite para reorganizar nossos movimentos e nossas comunicações a partir da consciência de que o futuro se tece no coletivo.
Usar a interconexão como fio narrativo é como compartilhar uma chave-mestra que abre múltiplas portas: à empatia, ao sentido de pertencimento, ao encontro com as outras pessoas, ao cuidado mútuo, e a novas formas de imaginar a democracia, as fronteiras e nosso vínculo com o planeta. Esta narrativa nos permite abrir frestas por onde possa entrar a luz neste momento histórico de incerteza e transformação. Na Puentes, compreendemos o potencial da narrativa da interconexão em 3 dimensões:
Precisamos construir e comunicar um “nós” maior: uma narrativa que não reduz o conflito a uma batalha entre bons e maus, mas que amplia as margens da empatia, reconhece a complexidade humana e nos permite imaginar futuros compartilhados a partir da interconexão e do cuidado mútuo. Como fazer?
Descobrir e expor os valores que nos conectam.
É uma prática que começa na forma como entendemos nossas próprias histórias: nenhuma pessoa, organização ou causa existe em isolamento.
Cientista política colombiana, pioneira na investigação de ecossistemas digitais na região e criadora de “La Lupa Digital: Justiça de Gênero”, nosso laboratório de escuta digital.
Cristina nos lembra que a democracia vive nas conversas cotidianas que temos em comunidade e que o poder democrático se constrói no coletivo, no plural e no diverso.
Apaixonada pela comunicação estratégica e interseccional. É codiretora da Intrasentido, uma organização feminista sediada em Guadalajara.
Conversamos com ela sobre como podemos comunicar a interconexão a partir dos nossos movimentos e quais estratégias narrativas podemos empregar para ampliar “o nós”.
Neste evento virtual, 90 ativistas da América Latina descobrimos que a interconexão é uma chave-mestra que abre portas ao encontro, à imaginação política e ao cuidado mútuo.
Assista aqui ao vídeo completo da sessão para encontrar inspiração e continuar construindo novos futuros possíveis coletivamente.
Erika Sasson, Celia Kutz, Kazu Haga y Shilpa Jain Uma conversa coletiva sobre como navegamos pelas tensões e pelo conflito em nossos movimentos. Oferece reflexões sobre pertencimento, trauma e política de cuidados em quatro artigos (leia a primeira parte aqui), e encontre mais leituras e recursos práticos nesta página.
Fabriders
Recursos práticos para construir confiança, abordar o risco em ambientes digitais e adaptar formatos a diferentes tipos de participação. Especialmente úteis para a facilitação distribuída. No site deles você encontrará recursos de interesse.
Exploremos como construir narrativas que reconheçam a complexidade humana e teçam vínculos além das fronteiras do conflito. Descubramos o que a neurociência nos diz sobre como as histórias nos ajudam a nos conectar com as pessoas, ampliar nosso círculo de pertencimento e transformar atitudes e percepções a longo prazo.
Para saber mais sobre os efeitos das histórias e da comunicação no cérebro, sugerimos a leitura do manual de Comunicações Baseadas na Esperança de Thomas Coombes (páginas 70 e 73).
A interconexão como narrativa articuladora é capaz de abrir portas à empatia, ao pertencimento e a novas formas de imaginar o mundo que habitamos. A partir do emocional, do político e do estratégico, permite-nos resistir em comunidade e abrir frestas por onde possa entrar a luz neste momento histórico de incerteza e transformação.
especialista em pesquisa para a mudança cultural, para construir entendimentos compartilhados na equipe Puentes sobre o que entendemos por interconexão, qual é o contexto em que nos situamos e qual consideramos ser o alcance e o potencial transformador do nosso trabalho.
Como ela mesma diz, este é um “...baile com as palavras, metáforas e até narrativas… que nos permitirá ter uma perspectiva compartilhada e clareza para tomar decisões, para dançar no mesmo compasso”.
Cientista política colombiana, pioneira na investigação de ecossistemas digitais na região e criadora de “La Lupa Digital: Justiça de Gênero”, nosso laboratório de escuta digital.
Cristina nos lembra que a democracia vive nas conversas cotidianas que temos em comunidade e que o poder democrático se constrói no coletivo, no plural e no diverso.
Apaixonada pela comunicação estratégica e interseccional. É codiretora da Intrasentido, uma organização feminista sediada em Guadalajara.
Conversamos com ela sobre como podemos comunicar a interconexão a partir dos nossos movimentos e quais estratégias narrativas podemos empregar para ampliar “o nós”.
Neste evento virtual, 90 ativistas da América Latina descobrimos que a interconexão é uma chave-mestra que abre portas ao encontro, à imaginação política e ao cuidado mútuo.
Assista aqui ao vídeo completo da sessão para encontrar inspiração e continuar construindo novos futuros possíveis coletivamente.
Queremos que encontrar-nos em coletivo seja mais do que um evento e que se torne um convite permanente para ser como o micélio que habita nas florestas, movendo a vida com a certeza absoluta dos vínculos.
Para alcançar esse nível de interconexão, devemos vincular nossas causas de forma mais profunda, ampliando a ideia do ‘nós’ como uma estratégia. Precisamos traçar mais pontos de encontro, buscar-nos em nossas dores, aspirações e valores comuns. Mas não basta apenas nos juntarmos. Devemos criar encontros com intenção e cuidado.
E outros insumos que usamos durante a reunião.
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Sigamos imaginando outros futuros possíveis.